Há aproximadamente uns dois anos, enquanto eu rodava o adorável cd "Com você... Meu mundo ficaria completo", da fodástica Cássia Eller, fui surpreendida com uma canção exótica e deliciosa chamada "Maluca". Faziam apenas alguns meses que eu havia iniciado uma frustrada carreira de musicista amadora e a faixa não me escapou de umas boas arranhadas no violão e nem de uma pesquisa mais profunda sobre seu autor. Foi aí que descobri Luís Capucho, um gênio, que dá luz há um som híbrido, transparente e único.
O sujeito de Cachoeiro do Itapemirim já conta com alguns sucessos nacionais como "Máquina de Escrever", feita em parceria com Mathilda Kovak, e "Maluca", interpretada com excelência pela Cássia.
Além da música, o cara também se insere na arte através da literatura. Até agora tenho conhecimento de duas publicações: "Cinema Orly" e "Rato". Como ainda não os li, não escreverei sobre, mas para aqueles que têm interesse não será tão difícil encontrar informações e críticas sobre seus livros na rede.
A singularidade de Capucho, a maneira original como tece sua poesia, que por vezes é até sinestésica de tão sincera, é o que mais me surpreende e conquista. A forma livre de dispor suas letras arrebata admiração daquele que ouve ou lê seus versos. Para encerrar o post de hoje, deixarei aqui alguns links interessantes sobre o Luís e a canção "Velha", já citada numa postagem anterior, que eu adoro e que expõe bem a singela e peculiar beleza do trabalho desse artista:
http://luiscapucho.blogspot.com/
http://www.myspace.com/luiscapucho
http://www.cronopios.com.br/site/lancamentos.asp?id=2491

Mais uma vez obrigada por compartilhar essa beleza comigo. O cara fez uma coisa que me assusta ficar poética. Ponto prá ele.
ResponderExcluirobrigado Três Pontos. Fiquei emocionado...
ResponderExcluirum beijo,
luís.