Um sorriso particular, cor de prata reluzente, um furo no escurão. Sobrevoa toda a gente e
descansa na poça do chão. Deita o meu olho de cão, na imensidão índigo do céu, esconde o sol ardente. E as figurantes, pedacinhos de papel de bombom, dançam paradas ao som do vento. É de açúcar... ou é de sal, ou de giz, ou é só luz em forma de bola. A calma e a solidão em forma de bola. A minha alma, em forma de bola.

Nenhum comentário:
Postar um comentário