Furta-me os olhos lassos, o horizonte escarlate. Um suspiro puxa do meu âmago meu sentimento mais etéreo, e o lança no ar corrente.
É nesse breve momento que posso sentir a manifestação mais genuína de minha relação com a natureza: liberdade submissa.
Deleito-me agora com o ônus da vida, já que é isto o que me resta.

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